Diretoria do Sindojusgo visita oficiais de justiça do CENOPES

Diretores do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Goiás (SINDOJUSGO) visitaram, na manhã de terça-feira (27.11), o Centro de Operacionalização dos Sistemas Conveniados (CENOPES) que funciona no prédio do Fórum Cível, no Park Lozandes. O intuito foi conhecer a estrutura física e também os processos que são executados pelos 16 oficiais de justiça que foram indicados para trabalhar no local. “O CENOPES começou a funcionar em julho, em apenas quatro meses os resultados são surpreendentes, mais de 5.000 despachos já foram realizados. Acreditamos que seja interessante ampliar o acesso para mais oficiais de justiça”, explica o presidente do Sindojusgo, Moizés Bento.

Os oficiais de justiça que atuam no CENOPES se dividem entre o cumprimento dos mandados na rua e as demandas enviadas pelos gabinetes e escrivanias. “É um trabalho árduo e exige planejamento, mas os oficiais de Justiça foram escolhidos por ser uma categoria que já tem atribuição legal das demandas que são realizadas no CENTRO. O intuito era especializar e dar celeridade aos trabalhos”, ressalta o oficial de justiça, Henrique Jorge Dias.

No local, os despachos são feitos com uso de sistemas já conhecidos pelos oficiais de justiça, que são o Bacenjud, Renajud, Infojud, Serajud e CNIB. “São sistemas que nos permitem penhorar bens, penhora de valores, restringir nomes, quebrar sigilo fiscal e muitas outras operações que já são corriqueiras para os oficiais. Acreditamos que grande parte da dificuldade está em entender a tecnologia e operar os sistemas e telas”, discorre a oficiala, Walkiria Abreu.

Em pouco tempo de trabalho o grupo vem sendo elogiado por juízes e funcionários do TJ-GO pela alta produtividade e baixo retrabalho, além do comprometimento da equipe envolvida. “Nos orgulha saber que esse time tem representado tão bem a nossa categoria. Acreditamos que essa será mais uma nova atribuição incorporada aos oficiais de justiça do Estado. Estamos abertos para os desafios e queremos estar sempre preparados para eles”, finaliza Moizés.