SINDOJUSGO dá diretrizes de como atender o oficial de justiça e agilizar o acesso da justiça nos condomínios

Diretoria do sindicato se reuniu com diretoria do SECOVI, Sindicato das empresas de serviços terceirizáveis, trabalho temporário, limpeza e conservação ambientes (SEAC-GO), presidentes de associações de moradores de condomínios, representantes dos síndicos de Goiânia e representantes de empresas terceirizadas.

Diretores do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Goiás (SINDOJUSGO) se reuniram na última terça-feira (13.03) com o vice-presidente do SecoviGoiás, Ivan Hermano Filho e diretores da instituição para apresentar material com diretrizes importantes ä respeito da atividade desenvolvida pelos oficiais de justiça no cumprimento das ordens judiciais e como os prestadores de serviço devem recebê-lo nos condomínios.

“A reunião foi muito produtiva e esclarecedora. A intenção é disseminar a importância do trabalho do oficial de justiça e como os prestadores de serviço dos condomínios horizontais, verticais e comerciais devem recebê-lo. Muitas vezes o oficial de justiça é impedido de entrar nos locais ou é recebido de forma arredia”, explica o presidente do Sindojusgo, Moizés Bento.

Na segunda-feira (12.03), o grupo também se reuniu com o presidente do Sindicato das empresas de Serviços Terceirizáveis, Trabalho Temporário, Limpeza e Conservação Ambiental (SEAC-GO), Edgar Segato Neto, com presidentes de associação de moradores de condomínios e representantes de síndico. O grupo decidiu fazer uma ampla comunicação para instruir e esclarecer síndicos, administradores, seguranças e porteiros de condomínios verticais e horizontais sobre como atender aos Oficiais de Justiça e abordar a corresponsabilidade social na efetivação das decisões judiciais.

“Conseguimos firmar uma parceria sólida com todas as entidades para que os impasses no recebimento do oficial de justiça sejam resolvidos. Acreditamos que assim que os prestadores de serviço terem conhecimento de como é o nosso trabalho e como o atendimento deve ser feito, a prestação jurisdicional nesses locais será mais efetiva”, completa Moizés.